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9 de outubro de 2017

O Carnaval - Espíritos


Era carnaval é um de meus amigos tinha arrumado uma casa para podermos passar a temporada de carnaval em uma cidade em que a festa e muito boa e de grande tradição, a casa pertencia a seu falecido bisavó e sua falecida bisavô. A casa era enorme ao chegarmos assustamos com o seu tamanho, sem falar na arquitetura antiga e quadros de familiares antigos que realmente eram assustadores não só pelo fato de a maioria já estar mortos, mas sim porque qualquer quadro antigo empoeirado em uma casa muito estranha fica realmente aterrorizante. Já era noite arrumamos para podermos ir para festa é fomos, nos divertirmos muito e a noite foi longa. Chegamos a casa quase pela manha e ao chegarmos levamos um susto, a mesa de café da manha estava posta, então perguntamos quem poderia ter feito aquilo a princípio meu amigo "dono da casa" pensou que podia ser sua tia que morava a dois quarteirões da vizinhança que resolvera fazer tal agrado, então tomamos o café e fomos cochilar um pouco, no meio da manha todos dormiam quando escuto passos pela casa e uma voz nada familiar dizendo o almoço esta pronto, imediatamente levantei assustado e fui procurar pelo dono da voz só que nada vi a não ser uma mesa repleta de comida, fiquei assustado e resolvi chamar Otávio que era o sobrinho dos donos da casa, ele então falou que era para relaxar e “rangar” e disse que era sua tia novamente, eu particularmente achei muito estranho pois levantei no mesmo instante que escutei a voz e não vi ninguém, porem comemos e fomos ao supermercado comprar bebidas para a noite e mantimentos para nossa estadia, deixando apenas Hugo na casa, pois não estava se sentindo bem (ressaca). Ao voltarmos para casa encontramos Hugo olhando para um dos quadros como se estivesse hipnotizado e ao perguntarmos o que tinha acontecido ele disse que o retrato havia piscado para ele e estava o seguindo com o olhar e que tinha visto uma menina correndo pela casa rindo, então começamos a rir de Hugo e a zombar do retrato que por sinal era muito estranho, falamos que ele estava ficando louco e era para ele parar de beber, ele deixou de lado e foi tomar banho e logo após ele as outras pessoas, eu fiquei por ultimo por que estava arrumando as bebidas na caixa de isopor, todos estavam prontos menos eu, falaram em me esperar só que falei que podiam ir por que iria demorar um pouco.



 Neste instante todos foram para a festa e fui pegar minha toalha e minha roupa para tomar banho, indo em direção ao banheiro notei um vulto no corredor indo para a direção oposta passou me deixando pasmo, fiquei assustado, mas continuei meu caminho ao aproximar da porta notei um cantarolar vindo do banheiro, era uma musica que nunca tinha escutado parecia algo realmente dos anos 60, ao chegar à porta do banheiro notei que ela estava fechada e a luz estava acessa pensei que podia ser um dos meninos que tinha feito isso só para me assustar, ao abrir a porta do banheiro me assustei com o que vi parecia estar vivendo uma especia de "flashback" algo muito estranho o banheiro era enorme e nele tinha uma banheira e dentro uma mulher que não sabia quem era tomando banho, fiquei em estado de choque e não conseguia me mover fiquei ali parado olhando para aquilo, a mulher levantou como se nada tivesse acontecido e como se não estivesse me vendo, passou por mim me ignorando, de repente ela sumiu no meio do corredor ao olhar para o banheiro novamente notei que a banheira também tinha sumido e no lugar dela apenas uma mancha de sangue no lugar exato onde estava a banheira. 

Me arrumei correndo e fui para a festa ao passar pela sala uma coisa me chamou a atenção um dos quadros tinha exatamente a pintura da mulher que antes estava na banheira, sai correndo do local e contei o que tinha visto para Otávio só que ele falou que eu estava louco ao explicar a banheira ele olhou pra mim como se estivesse duvidando de mim, dizendo que aquilo era impossível então perguntei por que, então ele disse que sua bisavô tinha morrido na tal banheira afogada e que após isso teriam demolido a banheira, ele estava assustado e não queria acreditar em mim, mas era inevitável fomos todos para a casa. Ao chegarmos em casa deparamos com sua tia e aproveitamos para perguntar sobre o café da manha e sobre o almoço se ela tinha feito aquilo foi quando ficamos assustados com a resposta Mirian disse que não tinha ido a casa desde que chegamos lá, ficamos perplexos e assustados tomamos café e comemos um almoço, de quem? Imediatamente juntamos nossas coisas e saímos do lugar, dizem que ate hoje os fantasmas das pessoas que antigamente viviam na casa, rondam o lugar e servem bem seus convidados.

Por:Glaucow Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/