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31 de maio de 2018

O Choro na Estrada

Esta historia aconteceu com um amigo de meu pai e o seu nome sera trocado a respeito do envolvido
Ronaldo era um rapaz trabalhador e tinha uma família para sustentar, então trabalhava dia e noite em uma fazenda para poder dar o que comer e dar um bom lar a sua família. A família morava no interior de MG na roça de Ipanema e neste local a iluminação na época era escassa, podendo contar apenas com a das poucas casas presentes, vaga-lumes e de sua lamparina. Certo dia Ronaldo caminhava de volta do serviço para casa, tranquilamente assoviava uma canção quando foi surpreendido por um choro que surgiu do meio da mata, intrigado e muito curioso resolveu ver o que poderia ser imaginando ate mesmo que iria encontrar um bebe. Se entranhando mata adentro algo o surpreendeu, de longe ele avista um lençol coberto de sangue, ao se aproximar nota que dentro deste lençol tinha uma criança, um bebe recém nascido, assustado e preocupado Ronaldo toma a criança no colo e corre para sua casa para poder de alguma forma ajudar, nem mesmo olha o estado que a mesma se encontra, apenas o choro era suficiente para saber que algo ali estava errado. Ao sair da mata à medida que caminhava notava que o peso do lençol com a criança aumentava absurdamente, passo a passo, Ronaldo resolve então espiar o bebe para ver como ele estava e o que poderia estar acontecendo para aquela criança ter simplesmente dobrado de peso, ao ver a criança ele fica pálido suas mãos começam a tremer, o bebe estava morto, apodrecendo e inchando, parecia uma aberração, imediatamente larga o bebe e corre para sua casa assustado onde conta sua historia. Até hoje ninguém nunca mais viu este tal bebe ou e praticamente ninguém acreditou em sua historia. 
Glaucow Maciel Freitas
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24 de março de 2018

O Mirante




Em uma cidade de Minas Gerais existe um mirante que fica em um dos lugares mais altos da cidade em meio às montanhas, para chegar ate este local e preciso subir 40 km a carro e andar mais ou menos mais 2 km a pé por ter uma parte não acessível para carros e nenhum outro meio de transporte. Neste lugar pessoas que lá freqüentam ou por lá passam dizem escutar um choro de uma menina e ate mesmo gritos às vezes, já comentaram que ate já viram vultos e coisas muito estranhas acontecerem ali em sua redondeza. Dizem que o lugar e mal assombrado devido ao um estupro seguido de assassinato que aconteceu no local, contam que uma menina foi violentada por dois rapazes que tiveram mortes misteriosas. Um dia após e seus corpos foram encontrados no mesmo local justamente onde o da menina fora encontrado. Era domingo dia 18 de julho de 2010, Rodrigo e seus amigos; Roberto, Julia, Janny e Maria estavam se preparando para acampar neste mirante, tudo estava preparado, estavam de férias e queriam curtir e visitar locais diferentes, como não tinham ido a este local queriam conhecer até pelo fato da historia que cercava o local. Saíram logo cedo para poderem ajeitar tudo o quanto antes. No meio do caminho o carro morre e nada faz com que ele funcione novamente de repente a noite cai e eles então resolvem abandonar o veiculo e seguir a pé já que não estava mais tão longe e seria inútil a tentativa de fazer o carro pegar.

Ao se aproximarem notam que uma luz ilumina o lugar bem em cima do mirante, uma luz fraca, mas que mesmo assim chamou atenção de todos, notam também três silhuetas próximas a luz, mas não podiam ver seus rostos, resolveram então perguntar quem estaria ali, porém não obtiveram resposta, então vão subindo um a um devagar para poderem ver quem e o que estava acontecendo, à medida que se aproximavam percebem que o frio aumentava assustadoramente, perceberam também que a luz havia se apagado e que não tinha ninguém no local, assustados começam a conversar entre si perguntando se realmente todos tinham visto as três pessoas que estavam ali há minutos atrás, e todos confirmam, mas misteriosamente não tinha mais ninguém no local. 

Após alguns minutos de discussão resolvem então esquecer o ocorrido e cada qual pega seus pertences e começam a ajeitar as barracas, quando misteriosamente de longe escutam um choro , um choro que aparentava ser de uma menina, Roberto liga a sua lanterna e ilumina o local de onde vinha o choro e resolve se aproximar para checar, quando de repente o choro para e se ouve um grito de pavor, algo realmente agoniante e estridente vindo do mesmo local de onde vinha o choro, assustadas as meninas entram para barraca, Roberto vai então à direção do lugar e Rodrigo fica de olho no local aonde estava sendo armado o camping, Roberto vai se adentrando mata afora quando se depara com uma cena totalmente fora de sentido uma menina chorando que acenava como se despedisse, quando ele se aproxima a menina desaparece como fumaça ao vento, Roberto volta imediatamente para o local onde estão seus amigos e rapidamente chama todos para sair do lugar que aquilo era surreal o que estava acontecendo , mas Rodrigo pede calma e fala que quer ficar por pelo menos uma noite e que tudo aquilo era fruto da sua imaginação devido o cansaço e até brinca perguntando o amigo se ele havia tomado o ácido que ele tinha trago , Roberto sorri e se tranquiliza então todos vão para a barraca e começam a beber e a se entupirem de drogas. 

O tempo vai passando e todos já parecem meio chapados, Rodrigo e Janny começam a se pegar, Roberto fica com Maria enquanto Julia bebe e espera a vez de participar da brincadeira que logo vira uma verdadeira orgia a festa vai ate tarde, mas quando chega quatro da madrugada alguns adormecem e apenas Rodrigo e Maria ficam acordados e vão arrumando as bagunças no local, porem algo de estranho acontece , de longe eles escutam novamente um choro assustador seguido de um grito pavoroso, Rodrigo corre para ver o que esta acontecendo, chegando ao local onde vira a menina próximo de uma ladeira avista uma menina ensanguentada caindo deste lugar ele corre para tentar segurar mas não chega a tempo , ao se aproximar da ladeira percebe que não tem nenhum corpo caído ali, poderia ver perfeitamente se algo tivesse caído ali por ser um lugar bem baixo , repentinamente ele escuta outro grito só que desta vez ele o reconhece era Maria , ele corre então de volta ao mirante e se depara com uma cena assustadora Maria estava morta , tinha caído de cima do mirante misteriosamente , os seus amigos que ainda estavam dormindo acordam desesperados com os gritos de Rodrigo e não consegue entender o que aconteceu no lugar , eles imediatamente tentam socorrer a garota , mas nada e possível ela já estava sem pulso . Um carro passa no local e se depara com a situação ligam então para a policia, com a chegada dos policiais no local, eles logo levam todos para a delegacia para esclarecerem o que tinha ocorrido, e devido a pericia feita no local e de acordo com a autopsia feita imediatamente dizem que Maria havia assustado antes da morte mas não conseguem entender com o que Maria tinha se assustado, Rodrigo explica a situação que era apenas um acampamento, mas os policiais notam que ele estava bêbado e drogado e muito alterado assim como os demais envolvidos.  

Os jovens são condenados por homicídios e vão a julgamento, Rodrigo pega pena de oito anos de cadeia em regime fechado por ser maior de idade e ter conduzido os demais ate o local, uso de drogas entre outros, sendo todos os outros menores de idade vão para clinicas de tratamento onde lá ficam por um tempo. Ate hoje nada se sabe sobre o ocorrido, Rodrigo já solto ate hoje afirma não saber o que aconteceu no local, às vezes cai em contradição dizendo que Maria tinha visto os espíritos dos estupradores do crime que aconteceu e chocou toda cidade, os outros que estavam no local não sabem de nada não se lembram da festinha nem mesmo do ocorrido era como se não estivem no local. O mirante foi fechado, mas muitos ainda o freqüentam para bebedeira, acampamento mesmo sabendo que e um local de risco, ate hoje dizem escutar gritos e choro no local, muitos afirmam ver vultos de dois rapazes (supostos estupradores fantasmas) e de uma menina, que seria da menina que foi morta, dizem também ver a menina caindo da ladeira que foi onde os estupradores haviam jogado o corpo depois de terem matado. O local e chamado de Mirante Do Inferno. O ultimo visitante foi encontrado pela policia no mato em estado de choque e com o rosto desfigurado, quando recuperou do trauma contou que foram duas meninas que tinham feito aquilo.

By:Glaucow Maciel Freitas
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27 de fevereiro de 2018

Tormenta



Dizem que há muitos anos atrás um local foi marcado por um regime de escravidão realmente assustador. Toda cidade pertencia a um fazendeiro muito rico que ao perceber um câncer em seu filho doou toda terra para o governo em troca de uma cura milagrosa para seu filho, fazendo assim uma promessa para uma santa padroeira da cidade, tornando assim a cidade de Arapongas. Nesta época de escravidão muitos escravos morreram e foram enterrados no cemitério local, alguns amontoados de qualquer forma em covas clandestinas para obter mais espaço. Após alguns anos a cidade com pouco mais de 3.000 habitantes ainda tem suas peculiaridades e seus assombrações do passado.

Certo dia brincava com meus amigos ate que resolvemos entrar no cemitério para poder fazer medo em algumas meninas que com a gente estava, meu amigo por pura gozação pegou uma das cruzes do cemitério e começou a correr  brincando, ao notar que o vigia estava vindo largou a cruz em qualquer lugar e saiu correndo, fomos logo atrás, afinal ninguém queria ser pego apos este ocorrido. No dia seguinte a cidade foi marcada por acontecimentos bizarros, todos os dias a partir da meia noite todos escutavam pelas ruas barulhos de correntes sendo arrastada por toda cidade era realmente atormentador, Rodrigo que derrubara a cruz mal sabia que a cruz daquele tumulo pertencia a um escravo que teve uma morte trágica apos ver todos da família ser torturados ate a morte e ver sua esposa e sua filha serem estupradas, todos os dias era sempre a mesma coisa, correntes se arrastavam pela cidade e o pessoal não vivia em paz, em uma noite Rodrigo teve um pesadelo onde o escravo aparecia e dizia para voltar com a cruz para o local ou aquele pesadelo jamais iria terminar e que a cidade seria amaldiçoada para sempre. No dia seguinte sem pensar duas vezes Rodrigo foi ate o local e colocou a cruz no lugar, ate hoje não se escuta mais tais barulhos e tudo parece estar em paz, ate hoje.


Por: Glaucow Maciel Freitas
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19 de agosto de 2017

A Procissão




No interior de Minas Gerais em uma cidadezinha chamada Campos os moradores eram muito religiosos e sempre faziam procissões para finados e outras datas religiosas, ate mesmo caminhadas ate uma gruta onde ficava uma imagem da santa da cidade. Dona Maria não era diferente sempre estava nas procissões e não perdia uma se quer. Certo dia dona Maria acorda no meio da noite e resolve beber água ao chegar na sua cozinha da janela avista um aglomerado de gente que parecia fazer uma procissão ela então tentando achar um motivo de não ter chamado-a, pensa que poderiam então ter esquecido ou algo do tipo imediatamente ela se apronta pega uma vela e corre ate o aglomerado chegando perto ela nota que todos estavam bem cobertos ate mesmo o rosto por uma espécie de capuz ela acha aquilo curioso mas não da muita importância ao se enturmar, ela chega para um das pessoas e diz – Ei comadre me empresta a vela para eu acender ,então a outra pessoa estende a vela dando para dona Maria só que curiosamente a outra pessoa não diz nada , ela então pergunta o motivo da procissão já que ela não soubera de nada a pessoa com quem Maria tenta um dialogo aponta então para o cemitério então ela fica calada e continua seguindo o pessoal ao chegar no cemitério a pessoa com quem Maria tentava conversar descobre o rosto e diz – Vocês fazem procissões direto para nos no dia de finados resolvemos fazer algo para demonstrar nossa gratidão sabendo que um dia estarás com a gente , Maria assustada não acredita no que vê o senhor com quem tentava falar estava com um corte profundo no seu pescoço e parecia morto logo depois outro descobre a cabeça e ela fica chocada com o que vê era seu marido que havia falecido a dois anos atrás vitima de bala perdida estava com uma marca de bala na cabeça , Maria rapidamente corre do lugar e vai para sua casa deita na cama e acaba dormindo no outro dia ao acordar pela manha tenta lembrar do que acontecera e não tem muitas lembranças então ela pensa que poderia ser um pesadelo mas ao chegar na cozinha vê a vela que tinha levado queimada onde havia deixado antes de deitar e a prova que tudo realmente acontecera.

Ass: Glaucow Maciel Freitas
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26 de junho de 2017

5# Pedrinho Matador- 1954 - até Atualmente (Psicopatas, Maniacos e Assassinos)


Pedro Rodrigues Filho ficou famoso por assassinatos cometidos fora e dentro da prisão, tirou a vida de 48 companheiros e xadrez.

Pedrinho nasceu em uma fazendo em Santa Maria do Sapucaí, em Minas Gerais. Agressões cometidas pelo seu pai desde quando ele estava na barriga da mãe lhe rendeu traumas no crânio. A primeira vez que sentiu vontade de matar foi aos 13 anos quando brigou com um primo. Até os 14 anos frequentou a escola municipal em que o pai era vigia e fora acusado de roubar merendas. A demissão de Pedro Rodrigues significou uma sentença de morte dupla. Pedrinho matou pela primeira vez, vingando do prefeito e vitimando outro vigia que teria sido o verdadeiro ladrão.

Em fuga para Mogi das Cruzes, interior de São Paulo, onde assumiu um ponto de drogas de um traficante recém-falecido, levando a viúva de lambuja. Para firmar posição, matou três traficantes ligados ao ex-gerente da boca. De quebra ainda recrutou “soldados” para proteger o negocio. Antes dos 18 anos conheceu sua paixão, Maria Aparecida Olímpia. Ao encontra-la morta em casa, partiu para outra vingança. Torturou e matou várias pessoas antes de apagar o mandante do crime, um ex-rival, numa festa de casamento na ocasião, Pedrinho matou outros 5 e feriu 16.  

Já era um procurado famoso quando foi preso pela primeira vez, denunciado pelo pai da sua namorada. Sua reputação de matador já corria pela prisão, onde, finalmente, aprendeu a ler e escrever. Aos poucos, foi perdendo contato com o trafico e com o mundo exterior. Até que tentaram baixar a bola do rapaz na cadeia. Cinco caras armaram uma emboscada contra ele no pátio da prisão. Para se defender Pedrinho improvisou uma faca e, no fim da encrenca, matou três e feriu dois, que fugiram. A fama de matador só aumentava...No julgamento ficou decepcionado pois ficou sabendo que só seria acusado de 18 homicídios, ele jura ter matado mais de cem pessoas, incluindo o próprio pai. Suas penas somadas, dariam mais de 128 anos de cadeia, porém, suspeita-se que Pedrinho inventava vários de seus crimes.


Que fim levou? Foi liberado em 2007, mas preso de novo em 2011, na cidade catarinense de Camboriú, por ter participado de rebeliões quando estava preso. Em 2016 foi beneficiado por um induto da justiça e foi solto.


FONTE: Coleção Mundo Estranho, Psicopatas, Maníacos e Assassinos , Editora Abril.

4 de janeiro de 2017

A Boate Assombrada ( A Menina Queimada )



Há muito tempo atrás uma boate na zona leste de Minas Gerais pegou fogo , dizem que muitas pessoas morreram no local, alguns sobreviventes contam até hoje como foi agonizante os momentos dentro da mesma




Há muito tempo atrás uma boate na zona leste de Minas Gerais pegou fogo , dizem que muitas pessoas morreram no local, alguns sobreviventes contam até hoje como foi agonizante os momentos dentro da mesma . Essa boate foi fechada até os dias atuais onde foi reaberta e começou a ser muito bem frequentada . Era Sábado e a única coisa que Andy queria era se divertir, estava cansado , além de trabalhar tinha de estudar de noite, quando chegava o final de semana logo se animava e tratava de arrumar algum tipo de diversão,  foi quando lembrou da boate Space que estava sendo muito bem falada após sua reabertura , ligou para os amigos e todos estavam compromissados , mesmo assim sem perder o animo, se arrumou, pegou o carro e partiu até o local . Chegando lá começou a beber e dançar, após alguns instantes avistou de longe uma garota próxima ao bar, se aproximou a fim de conhece-lá e começou a papear oferecendo umas e outras bebidas , até que com um tempo de conversa começaram a se beijar , Andy estava feliz pois percebeu que mesmo saindo sozinho conseguira se divertir e encontrar alguém , após alguns beijos e amasso trocaram algumas caricias e resolveram tirar uma foto para recordação, foto qual Andy não pode visualizar pois seu celular havia descarregado a bateria de forma misteriosa pois ele jurava que o aparelho estava com 40%  de carga pouco antes da foto, a garota deu o nome Vicky e disse que tinha de ir ao banheiro e que voltaria em instantes . O tempo passou e entre uma dose e outra Andy notou que a garota estava demorando então resolveu ir ao banheiro feminino e perguntou para a garota que acabara de sair se tinha visto alguém de semelhante descrição, a mesma afirmou que não tinha ninguém daquele jeito ali dentro , Andy voltou ao bar e continuou a beber , alguns minutos depois percebendo que Vicky não voltaria e já bem cansado resolveu ir embora. No dia seguinte pegou o celular e notou que este estava ligado, empolgado foi olhar a foto tirada noite anterior com a garota, ao abrir a foto notou que estava sozinho e não tinha ninguém ao seu lado apenas um clarão o qual ele estendia a mão como se o abraçasse. O rapaz nunca mais encontrou a garota, porém ainda frequenta a boate e diz sentir as vezes uma presença um tanto quanto familiar quando esta ali, isso mesmo sozinho. 

Se copiar colocar devidos créditos , Obrigado !

Ass : Glaucow M Freitas 

20 de dezembro de 2016

O Ônibus 167 ( O Acidente )


Um ônibus com aproximadamente cinquenta passageiros havia tombado e caído de uma ponte de aproximadamente 72 metros, a unidade de plantão do Corpo de Bombeiros foi ate o local em imediato




Era dia 23 de Dezembro de 1993, tudo ocorria de forma tranquila no 25ºbpm, até que o sinal de alerta dos bombeiros dispara e imediatamente os acionados se posicionam e são informados de um acidente ocorrido com um ônibus de viagem da Service Com cheio de passageiros em um trecho próximo a 381 em MG. 



Um ônibus com aproximadamente cinquenta passageiros havia tombado e caído de uma ponte de aproximadamente 72 metros, a unidade de plantão do Corpo de Bombeiros foi ate o local em imediato. Chegando na localidade isolaram a área e procuraram um modo de descer para tentar resgatar os possíveis passageiros sobreviventes e os corpos dos já falecidos, o SAMU fora avisado e também estavam a caminho, após alguns minutos todos estavam no local e já desciam para o resgate, mas infelizmente o que encontravam eram pessoas já sem vida, os socorristas nitidamente tentavam conter a emoção diante de tantas perdas e tamanha tragédia. Um Tenente que largava serviço ficou sabendo do ocorrido quando ia para casa, ficou muito sentido ao saber de tanta morte, ao longo da estrada subindo o trevo que levava a sua cidade avistou de longe uma mulher que gesticulava muito, de forma desesperada parecia pedir socorro e possuía algo em um de seus braços, ao se aproximar a mulher sumiu como em um efeito de magicá, intrigado com isso Ten.Oliveira continuou seu caminho ate que novamente vê a cena se repetir, assustado ao se aproximar vê novamente a mulher desaparecer em sua frente, quando por intuição resolve ligar para os policiais companheiros de serviço que estava no local do acidente, neste instante o Tenente recebe a noticia que tinham encontrado uma mulher morta que segurava um menino em seu colo e que o menino ainda estava com vida, Oliveira então pede a descrição da mulher, ao escutar o que seu amigo diz fica chocado e percebe que a tal mulher era a mesma que pedia ajuda na estrada para poder salvar seu filho o único sobrevivente do Ônibus 167.

Se copiar colocar devidos créditos, Obrigado !


Ass : Ghostface GM

2 de agosto de 2016

O Manicômio de Barbacena

O famoso manicômio de Barbacena-MG, descaso com pacientes, o local foi comparado com o Holocausto, surge a famosa expressão trem de doido


Todo mundo escuta histórias de terror dignas de produções do cinema e não acredita. Aqui no Brasil há contos reais de maus tratos muito semelhantes aos que aconteceram nos eventos históricos mais trágicos da humanidade. Mesmo tendo sua fundação datada de 1903, foi somente na década de 80 que o Hospital Colônia de Barbacena ganhou destaque nacional. A história era de internos que sofriam maus tratos em elevados graus e chocou totalmente a opinião pública.

Para o médico psiquiatra Franco Basaglia, um renomado profissional do ramo e quem realizou visitas ao manicômio de Barbacena, o lugar não deixava nada a desejar para um campo de concentração nazista.Foram mais de 60 mil mortes e eram muitos pacientes sujos, feridos, com corpos que denunciavam de cara a fome que passavam. As cenas chocaram o Brasil e até hoje causam revolta quando o assunto volta à tona.
Holocausto Brasileiro, por Daniela Arbex

Cerca de 70% dos “pacientes” não tinham problemas mentais
Não haveria título melhor para descrever as atrocidades ocorridas no Manicômio de Barbacena. A jornalista Daniela Arbex reuniou registros para mostrar alguns dos crimes que aconteceram de 1903 até 1980. Em um levantamento que a repórter da Tribuna de Minas realizou, constatou que 7 a cada 10 pessoas que se encontraram internados no hospital não eram doentes mentais.
De acordo com o livro, estes “doentes” não passavam de homossexuais, pessoas que sofriam de epilepsia, prostitutas, viciados em álcool ou entorpecentes, entre outros. Nada que não passasse de gente que questionava em algum momento o status da sociedade. Por serem considerados incômodos para os políticos e até mesmo para a comunidade em geral, que sempre seguia padrões pré-determinados pela época, foram taxados de malucos.

Por aqui também viviam jovens que engravidavam antes do casamento e recebiam a reprovação de seus pais. Mulheres que foram violentadas e até mesmo crianças consideradas com algum tipo de distúrbio. Era um verdadeiro horror. O que de pior acontecia também vinha de fora. Mesmo sabendo de tudo o que se passava dentro da “Colônia”, como era chamado o Manicômio de Barbacena, a sociedade da cidade nunca questionou ou protestou contra.
“As atrocidades não eram questionadas naquela época porque no início do século 20 existia um movimento eugenista de limpeza social muito aceito em todo o Brasil”, comentou Daniela Arbex em uma entrevista à Revista Carta Capital, sobre o seu livro Holocausto Brasileiro.

                                                         " Livro Holocausto Brasileiro " 

O comércio da morte

                                                                  “Os corpos eram comercializados por 200R$”

Este é um dos fatores que levavam à tantas mortes não ocasionais no Manicômio de Barbacena. Segundo os registros locais, o número de internos mortos “naturalmente” chegavam à 16 por dia. Logo após as investigações no local, foi comprovado que eles eram vendidos à faculdades de medicina.
Foram 1.853 registros encontrados nos documentos antigos do manicômio, com compra comprovada para 17 faculdades de Minas Gerais e estados mais próximos. Eles valiam aproximadamente 200 reais cada e isso favorecia a  superlotação do local. Uma verdadeira atrocidade.
Falta de recursos gerava desespero

 
                                                                           “ Beber água de esgoto era comum “

A falta de recursos para manter o Manicômio de Barbacena em condições decentes também fazia com que pacientes buscassem saídas extremas. Assim como conta no seu livro, Daniela afirma que era comum ver internos comendo ratos, bebendo água de esgoto ou até mesmo a própria urina, não tinham quartos disponíveis, o que fazia com que eles dormissem ao relento, sobre a grama, entre outros fatos.
Estupros eram constantes dentro do Manicômio de Barbacena. Isso gerava um alto índice de mulheres grávidas. Ainda quando estavam nesta condição, algumas sofriam abusos e como saída usavam a própria fezes espalhadas pelo corpo para se protegerem. Muitas perderam seus filhos na hora do parto e outras tiveram as crianças enviadas para adoção.
Tratamento com choque também acontecia no hospital

                                                        “Tratamento de choque sem anestesia era pura tortura”

O terror aos pacientes ainda aumenta, quando aqueles que mais questionavam o sistema do internato eram submetidos à tratamentos com eletrochoque. Os registros de Luiz Alfredo, o primeiro jornalista à investigar o local, mostravam que a carga elétrica era tão intensa que sobrecarregavam e derrubavam a rede elétrica de Barbacena.
Pra piorar ainda mais a situação não era usado anestesia durante o tratamento, o que transformava a prática num verdadeiro exercício sádico de tortura.
Os culpados continuam sendo um mistério
Não há até hoje investigação que descobrisse os culpados por mais de 60 mil mortes no Manicômio de Barbacena. Além dos assassinatos conscientes, foi constatado que a maioria dos doentes do maior hospital mental do país não tinham problema mental algum.

O fato não somente chocou a cidade inteira como o país, quando o repórter da Revista O Cruzeiro visitou o manicômio e registrou imagens impressionantes. Segundo ele, eram homens e mulheres praticamente nus, com uniformes sujos e a maioria com a cabeça raspada. O jornalista ainda afirmou que um dos doentes bebia água que jorrava de um esgoto, pois não tinha atendimento para tal necessidade.
Mesmo passando muitos anos, embora o Brasil tenha dado alguns passos no humanização do atendimento, Daniela Arbex afirma que muita coisa continua errada. Segundo a jornalista, os mesmos assassinatos são cometidos, mas com nomes diferentes no país. Ela compara também alguns momentos do Manicômio de Barbacena com a chacina da Rocinha e muitos outros momentos tristes do Brasil.
Depoimento de uma sobrevivente
Elzinha foi uma sobrevivente do inferno vivido em Barbacena. Atualmente ela mora em um núcleo terapêutico residencial com outras mulheres com diferentes níveis de dificuldade. Quando criança ela foi internada em uma instituição de menores e posteriormente, já adulta, transferida para Barbacena.
Ela conta que nunca ficou trancada ou foi torturada por choques, mas viu muitas pessoas passarem por isso. No tempo em que ficou internada nunca recebeu a visita dos parentes.
“Queria que minha família viesse aqui só para me ver, para ver que eu estou boa. Não é para eu ir embora com eles, não. Não sei porque me internaram criança. Eu não fiz nada com Deus, não fiz nada com eles.”