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22 de dezembro de 2017

O Espírito Faminto



Quando mais novo morava em uma casa muito estranha, direto aconteciam coisas inexplicáveis portas batendo sozinha, geladeira abrindo, a descarga era dada sozinha entre outros acontecimentos muito sinistros. Certo dia estava em casa sozinho vendo um filme, meus pais tinham ido para o supermercado, foi quando escutei alguém me chamar do lado de fora de casa, quando fui para atender a porta estava aberta e escutei vindo de dentro de casa uma risada que me deixou com os cabelos do braço arrepiados, fiquei com medo, não estava a fim de ver o que tinha dado aquela risada, não liguei muito pelo fato do portão esta aberto, pois venta muito e às vezes ele abre sozinho, mas a risada tinha me deixado intrigado, foi quando entrei e notei que alguém havia mudado o canal da televisão, mas isso não era nada até olhar para a televisão e ver em seu reflexo uma menina que passou rapidamente como um vulto, eu fiquei travado tentando assimilar tal coisa, não parecia com ninguém que conhecia apesar de não ter visto seu rosto, aquilo fez com que eu saísse da casa e fosse para o lado de fora da rua à procura da tal menina. 

Apesar de assustado queria saber quem invadira minha casa, fiquei um tempo lá fora e nada, resolvi então fui ver se a tal menina estava dentro de casa, foi quando tomei um susto olhando para dentro da minha casa, a primeira coisa que se vi foi sua imagem no espelho, estava de frente para ele assustei quando vi seu rosto pálido, algo realmente sinistro, o pior e que fora do espelho seu corpo e seu rosto pareciam normais como se fosse apenas uma pessoa, entrei em desespero , até que meus pais chegaram , estava pensando no que falar para eles , provavelmente iriam pensar que eu estava ficando loco , foi quando eles entraram e depararam com uma bagunça, comida espalhada por toda casa, a geladeira que tinha algumas coisas estava quase vazia, aquilo me deixou pasmo, meus pais pensaram que eu havia dado uma festa ou então chamado alguém para comer todas aquelas coisas e fazer aquela bagunça que não era possível fazer sozinho. Foi quando me lembrei da imagem da menina no espelho, que estava pálida e muito magra.

Glaucow Maciel Freitas
BLOG :http://horrorurbano.blogspot.com/
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